O imobiliário em Portugal precisa de mais critério.
Estamos a construir uma imobiliária com critério.
Acreditamos que comprar, vender ou investir em imobiliário é uma das decisões mais relevantes que uma família ou um investidor toma. E que é tomada, hoje, com a informação errada, ao lado das pessoas erradas, dentro de processos que ninguém explica. A Terrae existe para mudar isto.
Sete princípios que não vamos negociar.
A Terrae é, antes do mais, uma posição. Antes de termos as ferramentas todas, antes de termos o site funcional, antes de termos os primeiros 100 clientes — temos princípios. Estes:
- 01 A casa serve a vida do cliente. Não o contrário. Nunca o contrário.
- 02 A nossa comissão é sempre conhecida à entrada. E reflecte o resultado, não o esforço.
- 03 Não promovemos uma casa que não venderíamos a um amigo. Recusar é parte do trabalho.
- 04 A informação é aberta. Tempos médios, comparáveis, número de visitas, motivo do não-fecho — tudo.
- 05 Cada decisão imobiliária é técnica antes de ser emocional. Vamos primeiro aos números.
- 06 Investimento e mediação alimentam-se. Quem promove uma casa com excelência atrai a próxima.
- 07 O consultor é um closer apoiado por um sistema. Não um faz-tudo deixado à sorte.
Não somos quatro negócios diferentes.
Somos um único negócio em quatro frentes.
Cada frente alimenta as outras. O comprador de hoje é o vendedor de daqui a cinco anos. O investidor financia os empreendimentos onde os compradores entram. O consultor é o ponto de contacto humano em todas estas histórias. O sistema só funciona se todas as peças funcionarem juntas.
A nossa visão sobre vender.
Vender uma casa não é pôr no Idealista. É um trabalho técnico de posicionamento, comunicação, qualificação e negociação. E o vendedor merece saber isso à entrada — não no fim.
Ler manifesto 02 / ManifestoA nossa visão sobre comprar.
Comprar casa em Portugal é uma decisão de centenas de milhares de euros tomada com a informação de um classificado. Acreditamos que se pode fazer melhor — e queremos provar.
Ler manifesto 03 / ManifestoA nossa visão sobre investir.
O investidor português está entre o private banking que não o entende e os portais que o tratam como retalho. Há um espaço a meio — disciplinado, transparente, alinhado. É o que vamos ocupar.
Ler manifesto 04 / ManifestoA nossa visão sobre o consultor.
Serviço premium não se faz com um consultor sobrecarregado. Faz-se com uma estrutura que entrega cada parte da mediação a quem a sabe fazer melhor — e deixa o consultor concentrar-se no que ninguém pode fazer por ele.
Ler manifesto“Cresci num sector que pediu sempre demasiado dos clientes e demasiado pouco de si próprio. A Terrae é o sítio onde vou tentar provar que se pode fazer doutra forma — devagar, com dados, com gente que ouve antes de vender. É um trabalho de muitos anos. Já começámos.”
Uma carta. Por mês. Sem ruído.
Estamos a construir em público. Quando lançarmos algo — um empreendimento, uma análise de mercado, um Business Plan, uma vaga de consultor — quem está nesta lista é o primeiro a saber. Sem cliques, sem urgência fabricada, sem links patrocinados. Uma carta editorial honesta, escrita por quem está a fazer.
Sem spam. Cancelas com um clique. Não vendemos a tua morada a ninguém — esse é, aliás, princípio número quatro.
Vender uma casa não é pôr no Idealista.
É um trabalho técnico.
O modelo português pede ao proprietário que escolha entre fotos com flash, anúncios mal escritos e cinco mediadoras a ligar. A Terrae vai responder à pergunta diferente: como é que se vende esta casa, a este preço, a este comprador, neste momento? Antes de avançar, vamos aos números.
Cinco passos. Por esta ordem. Sem atalhos.
Quando uma casa não vende, raramente é por falta de visitas. É por estar mal posicionada na primeira semana. Por isso o nosso método começa antes da casa ir ao mercado — e é aí que ganhamos ou perdemos a venda.
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Avaliação de mercado, com dados e com a casa.
Não há venda séria sem entender a referência real do mercado para esta tipologia, nesta zona, neste estado de conservação, neste momento. Cruzamos comparáveis fechados, dados públicos do INE, base própria da Terrae e visita técnica à casa. Sai daqui um intervalo de preço justo — e a definição honesta do tempo expectável de venda.
Saída: Avaliação Terrae + intervalo de preço -
Posicionamento da casa para o comprador certo.
Cada casa tem um comprador ideal. Identificamos quem é, onde vive, o que faz, em que canais se informa — e construímos a comunicação para essa pessoa. Não para o portal genérico. É a diferença entre um anúncio e uma proposta editorial.
Saída: Buyer Profile + estratégia de comunicação -
Produção: fotografia, vídeo, dossier, plantas, página da casa.
Antes de a casa ir ao mercado, construímos os materiais como se a casa custasse o triplo. Fotografia profissional, vídeo, planta com cotas legíveis, certificado energético em destaque, página individual no nosso site. Cada casa é um pequeno produto editorial.
Saída: Página da casa + dossier técnico -
Pré-lançamento na nossa base. Lançamento no mercado.
Antes de qualquer portal, a casa é apresentada à base de compradores qualificados que a Terrae tem para aquela zona e tipologia. Só depois vai a mercado aberto, num lançamento orquestrado — não publicado distraidamente numa terça-feira às 16h.
Saída: Calendário de lançamento + leads pré-mercado -
Acompanhamento ao vivo. Negociação técnica. Pós-venda.
Reportamos semanalmente o que está a acontecer: visitas, motivos de não-fecho, ajustes de comunicação, posição face ao mercado. A negociação é técnica — assente em comparáveis e no perfil concreto do comprador. E não desaparecemos depois da escritura.
Saída: Reporting semanal + acompanhamento até pós-venda
Três coisas que te garantimos à entrada.
Comissão variável, alinhada com o resultado.
O que ganhamos depende de quão perto vendemos do preço justo, e em quanto tempo. Se o mercado resistir e tivermos de ajustar, a comissão desce connosco. É o oposto da comissão fixa cega.
Reporting semanal, dados sempre abertos.
Vês o que está a acontecer enquanto está a acontecer. Visitas, perfis dos visitantes, motivos de não-fecho, posição face a comparáveis. Sem caixas pretas, sem promessas vagas.
Dizemos "não" quando faz sentido dizer "não".
Se a casa estiver 30% acima da avaliação justa, dizemos. Se o documento não estiver em ordem, parámos. Se for melhor não vender agora, dizemos. Recusar é parte do serviço — não a sua falência.
O que ainda não está pronto.
Acreditamos que não vale a pena fingir que temos coisas que ainda estamos a construir. Aqui está o que já existe, o que está prestes a entrar em produção, e o que vai chegar até ao fim do ano.
- Avaliação Terrae — relatório de mercado em 24hJunho · 2026
- Página individual por casa, com dossier completoEm produção
- Reporting semanal automático ao proprietárioJulho · 2026
- Base de compradores qualificados por zonaEm construção
- Property Films — vídeo editorial por casaAgosto · 2026
Queres ser dos primeiros
a vender connosco?
Estamos a abrir a operação devagar. Os primeiros 20 vendedores entram com condições especiais — comissão floor mais baixa, prioridade total, e o nosso compromisso de tornar cada caso uma peça de portefólio. Deixa o teu email; explicamos como funciona quando estiver pronto.
Resposta em 48h úteis. Sem comerciais, sem páginas falsas. O Sandro ou o Nuno escrevem-te directamente.
Uma decisão de centenas de milhares
de euros não devia ser tomada
com a informação de um classificado.
Quem compra casa em Portugal navega entre portais que mostram tudo igual, mediadores que não respondem, e um mercado opaco onde o preço pedido raramente é o preço justo. Acreditamos que comprar bem é um acto técnico — e que se pode acompanhar quem compra com a mesma profundidade com que se acompanha quem vende.
Quatro momentos. O comprador à frente.
A maioria das mediadoras vende ao comprador a casa que tem em carteira. Nós queremos virar isto: começar pelo comprador — o que precisa, o que pode, o que quer evitar — e só depois ir buscar a casa certa, na nossa carteira ou fora dela.
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Diagnóstico antes de visitar seja o que for.
Antes de qualquer visita, sentamo-nos. Que zonas fazem sentido? Que tipologia é honesta para a tua família? Que orçamento é real, considerando o crédito que consegues obter? Onde é que vais arrepender-te se cortares? É a conversa que ninguém te tem.
Saída: Briefing de comprador + zonas de busca -
Crédito, antes de te apaixonares por uma casa.
Trabalhamos com a Ana — a nossa intermediária de crédito de confiança — para teres uma pré-aprovação real antes de visitares. Quanto realmente podes comprar? Que prestação é sustentável? Que banco se adapta ao teu perfil? Compras melhor quando sabes ao certo o que podes.
Saída: Pré-aprovação de crédito + DSTI -
Curadoria das casas. Não tour de portal.
Pesquisamos por ti — na nossa carteira, na carteira partilhada do mercado, e em vendas que ainda não foram para portais. Antes de ires ver, recebes um dossier por casa, com prós, contras, comparáveis, e a nossa opinião honesta. Visitamos contigo as que valem o tempo.
Saída: Shortlist comentada + dossier por casa -
Negociação, due diligence, escritura. Pós-compra também.
Negociamos do teu lado, com base em comparáveis e na real liquidez da casa no mercado. Coordenamos a due diligence (registos, ónus, licenças, condomínio). Acompanhamos a escritura. E continuamos depois — a primeira casa traz sempre dúvidas que aparecem nos primeiros seis meses.
Saída: Negociação técnica + acompanhamento pós-venda
Três posições que nos definem.
Trabalhamos para ti, não para a casa.
Quando te acompanhamos numa compra, o nosso interesse é alinhado com o teu — não com o vendedor da casa que estás a ver. Não te empurramos para uma casa para fechar a comissão. Se nenhuma serve, é normal — esperamos.
Dizemos o que está mal antes do CPCV.
O que falta no documento. O que está mal feito na obra. Em quanto está acima do justo. Onde é que o vizinho do lado é um problema. Recusas valiosas custam comissões — fazemos na mesma.
Não desaparecemos depois da escritura.
Os primeiros seis meses são onde aparecem as dúvidas reais — IMI, condomínio, obras, fiscais. Continuamos disponíveis. A relação não acaba na escritura — começa, no fundo, ali.
O que vamos ter para o comprador.
A maior parte do que prometemos ao comprador depende de infraestrutura — base de dados, integração com crédito, dossiers automáticos. Está em construção. Aqui está o estado real.
- Briefing de comprador estruturado (form + reunião)Em produção
- Simulador de crédito real, com a AnaJunho · 2026
- Dossier por casa, com comparáveis e nota críticaJulho · 2026
- Carteira partilhada de casas off-market da rede TerraeEm construção
- Acompanhamento pós-venda — primeiros seis mesesQ3 · 2026
Queres ser acompanhado
quando começarmos?
Estamos a abrir compradores a conta-gotas — não temos a equipa nem a carteira para responder a 200 ao mesmo tempo, e não vamos fingir que temos. Se queres ser dos primeiros 50, deixa o teu email. Quando abrirmos para ti, escrevemos.
Quando abrirmos, marcamos um diagnóstico de 60 minutos sem custo. É a partir dessa conversa que percebemos se faz sentido continuar.
O investidor português está entre o
private banking que não o entende e os
portais que o tratam como retalho.
Há um espaço a meio — disciplinado, técnico, transparente, alinhado com a operação que vende as casas. É o espaço que vamos ocupar com a Terrae Capital. Estruturas SPV específicas a cada projecto, business plans honestos, reporting trimestral, e um operador (Sandro) que tem capital próprio dentro da SPV.
Porque agora, porquê connosco.
O imobiliário português entrou numa fase nova: dinheiro mais caro, comprador mais exigente, e uma janela específica em zonas que estão a ser redesenhadas pela demografia e pela mobilidade — Linha de Cascais, Margem Sul, eixo Lisboa-Setúbal. Há projectos onde a aritmética funciona, se feita com critério. É aí que entramos.
Onde a aritmética ainda fecha.
Linha de Cascais, eixo Lisboa-Setúbal, e bolsas específicas no interior da AML. Não é teoria — é onde o operador (Sandro) tem cadeia de execução estabelecida.
Uma SPV específica, um Business Plan público.
Cada projecto vive numa SPV de objecto exclusivo. Acordo parassocial declarado. Penalidades, cláusulas de saída e mecanismo anti-diluição definidos antes da entrada do investidor.
Reporting técnico, não cosmético.
Estado da obra com fotografia e cronograma. Execução orçamental real. Estado da comercialização (reservas, CPCVs, escrituras). Variações face ao plano. Sem narrativa — só dados.
Três posições que vamos sempre manter.
O Sandro investe capital próprio na SPV.
O fundador entra com capital, proporcionalmente. Se for exigido aval pessoal junto de banco, é remunerado em separado por fee de avalista (1,5%/ano sobre o mutuado), divulgado ao investidor. Pele em jogo — não só fee de gestão.
Recusamos projectos onde a aritmética não fecha.
Não fazemos volume — fazemos selecção. Antes de qualquer SPV, há um TIR mínimo, um cenário de stress test, e uma análise honesta de absorção. Se não passar, não avançamos.
Rentabilidades passadas não garantem futuras.
Comunicamos cenários — base, conservador, stress — não promessas. Cada Business Plan inclui as variáveis sensíveis (custo de obra, taxa de juro, ritmo de venda, preço médio), e como cada uma desloca o resultado.
O que vai estar pronto
para os primeiros investidores.
Estamos a fechar o primeiro Business Plan completo (Jardins do Anjo, Quinta do Anjo — Palmela). É a primeira SPV em produção. A partir daí, a infraestrutura passa a ser replicável.
- Business Plan padrão Terrae Capital — 30 páginas, técnicoEm finalização
- SPV Jardins do Anjo (Palmela · 18 unidades)Q2 · 2026
- Modelo financeiro com sensibilidade dinâmicaEm produção
- Acordo parassocial standard Terrae CapitalJunho · 2026
- Portal trimestral de reporting para investidoresQ4 · 2026
Recebe o Business Plan
do Jardins do Anjo antes de público.
Quando a SPV abrir capital, os primeiros a receber o Business Plan completo são os investidores qualificados desta lista. Sem letra pequena: deixa o teu email profissional, e quando o documento estiver pronto, enviamos com NDA. Conversa antes — investimento depois.
Apenas para investidores qualificados nos termos do Regulamento (UE) 2017/1129 e do Código dos Valores Mobiliários. Em caso de dúvida sobre o estatuto, conversamos antes — sem compromisso.
Aqui o consultor não faz tudo.
Faz só o que importa.
O modelo português pede ao consultor que seja prospector, marketeer, jurista, fotógrafo, administrativo — e ainda que feche. O resultado é tempo distribuído por tudo, qualidade comprometida em quase tudo, e um cliente que recebe um serviço médio numa das decisões mais importantes da vida. Estamos a construir o oposto: uma casa onde cada parte da mediação é feita por quem a sabe fazer melhor — e onde o consultor pode finalmente concentrar-se na única coisa que ninguém pode fazer por ele.
Serviço premium não se faz com um consultor sobrecarregado.
A diferença entre uma mediação medíocre e uma mediação verdadeiramente excelente não está no esforço individual do consultor — está na estrutura que está por trás dele. Esta é a posição da Terrae. E é a resposta directa a um problema que o mercado português ainda não resolveu: falta de critério, falta de qualidade, falta de profundidade.
Não somos uma rede onde o consultor "tem mais autonomia". Somos uma casa onde o consultor tem mais retaguarda. É a partir dessa retaguarda que se eleva o trabalho — e, com ele, a qualidade do mercado em que operamos.
Seis frentes. Uma só finalidade: libertar o consultor para fazer o que importa.
Cada coisa que tira tempo à relação com o cliente é feita por uma equipa especializada. Não como apoio operacional — como departamento autónomo, com responsabilidade própria, com gente dedicada a esse trabalho a tempo inteiro. É a única forma honesta de prestar serviço premium num sector que se habituou a vender o oposto.
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01 · Captação
Departamento de geração e qualificação.
Equipa dedicada à construção de pipeline qualificada — performance marketing, conteúdo editorial, prospecção segmentada, gestão da base de dados. O consultor recebe leads trabalhadas e prontas para conversa, não pistas frias para perseguir.
Departamento -
02 · Comunicação
Departamento de marketing e produção.
Fotografia, vídeo, dossier técnico, página individual por casa, campanhas pagas, presença editorial. Cada casa é trabalhada como peça de portefólio — independentemente do valor da comissão envolvida.
Departamento -
03 · Jurídico
Departamento jurídico e documental.
Cadernetas, certidões, licenças, ficha técnica, certificado energético, condomínio, due diligence, CPCV, escritura, IMT, IMI, mais-valias. Coordenação técnica integral, com prazos cumpridos e responsabilidade própria.
Departamento -
04 · Sistemas
Departamento de sistemas e operações.
CRM, automações, dashboards de pipeline, reporting ao cliente, infraestrutura digital. Tecnologia desenhada para servir o consultor — não para lhe acrescentar burocracia.
Departamento -
05 · Formação
Programa de formação contínua.
Actualização técnica permanente em fiscalidade, direito imobiliário, urbanismo, avaliação, financiamento, comunicação. O consultor não aprende no terreno por tentativa e erro — chega já com bases sólidas e mantém-se na fronteira do conhecimento técnico do sector.
Incluído -
06 · Remuneração coletiva
Toda a casa ganha pelo que cada um faz.
Uma parte das comissões da loja é distribuída por toda a equipa — consultores e estrutura de apoio. Lógica transversal a toda a Terrae: o que cada um produz beneficia todos. Inverte a competição pelo mesmo cliente em colaboração pela mesma casa.
Estrutural
Em troca, esperamos três coisas.
Cada cliente, tratado como peça de portefólio.
Cada angariação é um billboard da Terrae. Cada visita, cada email, cada conversa — ao standard da casa, não ao standard do mercado. Não há serviço premium sem rigor diário.
Poucos clientes, acompanhados em profundidade.
O foco não é volume — é qualidade. Avaliamos a profundidade do trabalho, não o número de transacções. Quem se desvia da forma como a casa entende este ofício, não permanece nela.
Defendes a casa, não só a tua produção.
Partilhas o que sabes. Levas leads ao colega quando faz sentido. Defendes a marca em público. A remuneração coletiva só faz sentido se a cultura coletiva for real.
A estrutura já existe
nos pontos críticos.
Antes de abrir vagas em escala, estamos a validar a estrutura com um grupo restrito de consultores fundadores. Aqui está o estado real, departamento a departamento.
- Departamento de sistemas e operaçõesA operar
- Departamento de marketing e produçãoA operar
- Departamento jurídico e documentalEm produção
- Programa de formação contínuaEm produção
- Departamento de captação e qualificação em escalaQ2-Q3 · 2026
- Programa fundador — primeiros 5 consultoresJunho · 2026
Os primeiros cinco
são os fundadores da casa.
Os cinco primeiros consultores não vêm executar uma máquina pronta. Vêm ajudar-nos a afinar o que estamos a construir — voz nas decisões operacionais, lugar permanente, e a possibilidade rara de moldar a estrutura desde dentro. Se queres entrar pela qualidade do trabalho — e não pela percentagem da comissão — escreve.
Não é uma candidatura. É uma conversa. O Sandro ou o Nuno ligam-te, e percebemos juntos se faz sentido. Não trabalhamos com pessoas que ainda não conhecemos.